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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Zoropa 2011




Viajar é, para mim, uma das melhores coisas da vida! Adoro conhecer lugares novos, vivenciar culturas diferentes, escutar línguas e sotaques estrangeiros, experimentar pratos e temperos típicos!!!

Melhor ainda, quando se junta a isso a oportunidade de conhecer pessoas e compartilhar momentos!!! Ainda mais quando se tratar de conhecer, ao vivo e à cores , uma amiga virtual! (Esta é a segunda viagem que faço que me dá a oportunidade de conhecer uma amiga blogueira: a primeira vez eu contei aqui!)

E foi exatamente isso que aconteceu na minha última viagem: na terrinha de nossos patrícios - Lisboa - que visitei pela segunda vez (nunca imaginei que viajaria à Europa dois anos consecutivos!!! Benzadeus! Bom demais! Depois eu conto o que nos levou a esta deliciosa façanha...) encontrei a Andreia, autora do delicioso e belo blog Baunilha e Caramelo. Tivemos um delicioso jantar no restaurante lisboeta "Príncipe do Calhariz"! Tudo delicioso: da comida à boa conversa, passando pelo vinho!

Nesta foto: Andreia e Rui, eu e o marido lindo!

Bom, como eu estava super em falta com este meu cantinho e também com a querida Andreia e seu namorado, o Rui, eu comecei esta postagem de traz pra frente... Quero dizer: nesta nossa viagem, cronologicamente falando, o último lugar que visitamos foi Lisboa! Antes passamos por Praga (República Tcheca) e Viena (Austria).

Seguem portanto agora algumas fotos desta deliciosa viagem!

Ah! Já ia me esquecendo de contar o que nos levou a esta façanha da segunda visita à Europa... Esta nossa viagem acabou acontecendo porque o marido lindo foi selecionado para participar de um "Open Lab" - um tipo de workshop - na Quadrienal de Cenografia de Praga! Este evento tinha duração de 10 dias! Eu então consegui marcar minhas férias para a mesma época! Ele foi na frente e 9 dias depois lá fui eu! Encontrei com ele em Praga, onde fiquei 4 dias. De lá seguimos para Viena, por mais 4 dias e fechamos com chave de ouro fazendo o repeteco de 2 dias em Lisboa (que ficamos em falta, porque na primeira visita tivemos um "tal" vulcão na Islândia
espalhando cinzas pelo céu e atrapalhando um pouco o aproveitamento dos dias..., boa desculpa pra voltar, né?).

Agora sim, seguem algumas fotos:

Praga - República Tcheca
Ponte Carlos

Fazendo pedido para São João Nepomuceno...

O rito é assim: faz o pedido - um dedo em cada estrela da cruz de cinco pontas, com o pé direito sobre o pontinho metálico que marca o local de onde o corpo do santo foi atirado no rio Vltava - e depois olha em direção à torre da igreja de São Vito, lá no alto, junto do Castelo.
Catedral de São Vito - fachada lateral

Edifício Dançante - arquiteto Frank Gehry
John Lennon Peace Wall - Muro da paz de John Lennon

Laska = Amor


Menino Jesus de Praga

Viena - Austria









LISBOA - Portugal











terça-feira, 28 de setembro de 2010

(Belo) Horizonte para novas experiências gastronômicas...

Não tenho tido tempo e, consequentemente, vontade para me aventurar na cozinha...

A boa notícia é que nem por isso este blog precisa ficar longe da boa mesa! (Quem lê até pensa que sou expert cozinheira, rsrsrs...)

Desde o dia 20 de setembro (até o dia 03/10/2010) está acontecendo em BH o Restaurant Week. Um evento que tem como proposta democratizar a alta gastronomia, possibilitando que mais pessoas experimentem, e que fiquem com gostinho de quero mais, lógico! Ou seja: bom para os restaurantes, que tem a chance de ampliar a clientela, e ótimo para nós - simples mortais - que temos a chance de conhecer locais, chefs e uma culinária mais sofisticada!

A estratégia é oferecer menus especiais (entrada + prato principal + sobremesa) por preços reduzidos em todos os restaurantes: R$ 28,50 no almoço e R$ 40,00 no jantar, por pessoa.

Esta idéia nasceu lá em Nova York, em 1992, e deu tão certo que acabou se espalhando...

Em BH, nesta primeira edição do evento, 30 casas aderiram. O segredo é saber escolher, já que nem todas toparam reduzir consideravelmente seu lucro e por isso desenvolveram um menu específico com ingredientes mais baratos... (mas isso já é tema para outra hora!)

Este certamente não é o caso do Hermengarda, como você pode conferir aqui.

Chef Guilherme Melo e seu menu para o RWBH
foto do Divirta-se

Tive a sorte (mistura de pouquinho de intuição e com anteninhas ligadas) de escolher - na verdade, cismar -de conhecer este restaurante que eu já namorava há um tempinho (eu trabalho pertinho) e fui muito feliz! Fomos felizes, na verdade, já que além do marido lindo, acabei combinando a ida lá com duas amigas queridas - uma aniversariante da véspera - com seus respectivos! Reservamos portanto uma mesa para 6 pessoa na última sexta-feira!

O atendimento foi perfeito desde a mesa escolhida na parte coberta, mas ao lado da jabuticabeira, passando pela simpatia do chef que recebe pessoalmente cada cliente, até os garçons atenciosos e atentos!

O menu, simplesmente divino, consistiu de cogumelos recheados com linguiça defumada (entrada), lombo ao molho de cupuaçu e farofa com damasco e azeitona (prato principal) e goiabada envolta em castanha de caju sobre catupiry (sobremesa, bem mineirinha!).

Acompanhamos tudo com um vinho Malbec argentino, que coincidentemente eu já andava de olho, o Finca La Linda, que agradou a todos - em diferentes níveis. Eu achei muito bom! E apesar de ser um dos mais baratos da carta (R$ 60), acaba contribuindo para pesar no bolso... mas fazer o quê? Não dá para resistir!

Só posso dizer que valeu muito a pena! Deliciosa comida, excelentes companhias, boa conversa, ótimo vinho, atendimento perfeito e ambiente agradável e aconchegante!

Para mais detalhes, visite o post do Eduardo Girão, também com fotos!

Não parei por aqui... em breve outras experiências gastronômicas!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Arroz de Palma

Meu marido diz que a culpa é da televisão: se eu não assistisse novela ou série alguma poderia ler mais... Eu argumento, acreditando, que ao fim do dia o cansaço mental é tanto que é preciso ver a novela, que vazia como é, não me faz pensar... Vejo e escuto sem nada absorver, me livro dos pensamentos do dia trabalhado, com o corpo acolhido na rede ou esborrachado no sofá. As séries tem a vantagem de serem um pouco mais divertidas e ainda mais distantes da minha realidade!

Enfim, eu também preferia ler a ver TV, mas simplesmente, neste caso, não consigo!

Então a leitura continua em horários restritos pela manhã e nos finais de semana.

Bom, mas desde o final de 2008, quando eu me propus a tentar recuperar o hábito da leitura, eu recuperei também o prazer de ler (e inaugurei aqui no blog a secção andei lendo...)! Ler é uma delícia! Recomecei devagar, por livros que fluem facilmente ou que eu já havia lido na época do colégio e gostado. Foi um aquecimento, para desenferujar!

A leitura vai indo, no meu ritmo, do jeito que me dá prazer! O que não tem conseguido acompanhar o ritmo da leitura são os posts das mesmas aqui no blog... Descobri que nestes quase 2 anos eu li uns 15 livros (se a memória não falhou!), no entanto foram apenas 3 postagens! Sem problemas, sem obrigação, ... mas postar sobre o que li é um jeito de poder resgatar esta leitura, é uma coisa que realmente gosto! Adorei, com um clique, 'voltar' em 2008 e ver o que eu tinha selecionado para postar sobre Fernando Sabino, por exemplo!

Um ou outro livro possivelmente não irá despertar vontade de escrever um post, como foi o caso de Código da Vinci e o O Mundo de Sofia! Eu gostei do livro de Dan Brown, devorei (dentro dos meus padrões, visto que eu leio bem devagar), mas dizer o que sobre ele? Sei lá... Tanto já foi dito... Preguiiiiça... Já o de Joinster Gaarder eu custei para terminar! E apesar de meio adolescente eu prefiro a historinha fictícia do que a história da filosofia. Rsrsrs...


Reinauguração: Andei lendo...

Bom, chega de conversa! Vou logo reinaugurar esta seção com um dos livros que eu mais gostei na temporada: Arroz de Palma, de Francisco Azevedo!

Eu gostei tanto, ele me marcou tanto, que ainda não consegui devolvê-lo ao seu dono - meu sogro - que gentilmente me emprestou. Fico olhando o livro e querendo tê-lo por perto... E chego a folhear e reler alguns trechos... fecho e fico relembrando de outros...

Ao invés de devolver, sucedeu-se o contrário... já comprei dois exemplares para presentear pessoas queridas! O primeiro dei a meu pai, antes mesmo de ter terminado a leitura! Achei que ele se identificaria bastante com o personagem principal! Me lembrei muito do meu pai enquanto lia! Também me lembrei do meu avô paterno! O livro é totalmente 'família'! Também pensei na minha mãe e nas minhas irmãs... O segundo exemplar dei a uma grande amiga (brasileira, que mora no Chile). Enquanto passava alguns dias aqui ela disse que queria comprar um bom livro em português! O autor sendo brasileiro, melhor ainda! Ela é tão 'família' quanto eu e o livro!

Trata-se de um romance sobre a vida de Antônio, que, aos 88 anos, está na cozinha de sua fazenda preparando o almoço que será servido à família, numa reunião tão sonhada e desejada, quanto adiada. À medida que prepara a comida, nos conta de sua história, desde o casamento de seus próprios pais, passando por sua infância com seus irmãos, o nascimento de seus filhos, sua velhice, e agora o grande dia! Quase tudo é contado sob o seu ponto de vista, mas antes da última página ele nos deixa enxergar um pouco através do olhar de seus irmãos e nos revela assim que a vida familiar é ainda mais rica! E nos faz refletir...

Alguns trechos, só para dar um gostinho deste delicioso arroz...

"Eu aqui, um velho de 88 anos. Para os mais novos, o Avô Eterno, o que não teve começo nem terá fim, o que já veio ao mundo com esta cara enrugada. Eu aqui, de avental branco, picando o tempero verde. Preparo o almoço de família. Terei forças? 88: dois infinitos verticais. É boa idade, será uma bela festa." (p.09)

"Lembranças vivas em todos os sentidos: paladar, olfato, audição, visão e tato. Sigo em frente. (...) Sou passado, presente, futuro - três pessoas distintas reunidas numa só, mistério da terreníssima trindade." (p. 09-10)

"Velho sente saudade de mãe e de pai. Tudo faz tanto tempo! Velho quer colo, quer colher na boca vindo de aviâozinho, quer - banho tomado - que lhe ponham na cama, lhe aconcheguem com lençol limpo e travesseiro macio. (...) Velho sente saudade da instância superior. Quem o julgará com isenção e sabedoria? Quem, melhor que ele, saberá, imparcial, examinar o mérito da questão? Velho é criança de fôlego diferente. Já não lhe interessam as correrias nos jardins, o sobe e desce das gangorras, o vaivém dos balanços. É tudo muito pouco. O que ele quer agora é desembestar no céu, soltar os bichos que colecionou a vida inteira." (p. 10)

"Cedo também aprendi que o corpo conhece outras maneiras de se purificar. A urina, a menstruação, o vômito, as espinhas, o esperma, a coriza e o suor, tudo nos purifica. O que o corpo põe para fora é sinal de purificação. Assim, as lágrimas seriam a forma mais elevada de nos purificarmos. E o nascimento de uma criança, a mais completa." (p. 22)


"Neto faz bem à saúde. Se avô é pai com açúcar, neto é filho com proteínas, vitaminas e sais minerais. Um abraço de neto a cada 24 horas substitui perfeitamente qualquer tipo de medicamento." (p. 24)


"- Antonio, te amo muito, sabes?
- Eu também te amo, Tia.
- Amas nada! Quanto? Diz.
Abro os braços o mais que posso. Tia Palma provoca.
- Só isso?
Continuo com os braços estendidos ao máximo. Olho uma e outra extremidade. Movo a ponta dos dedos tentando alcançar uma medida de amor ainda maior. Esforço inútil. Mas mostro que não vou desistir assim tão fácil. Mesmo que leve tempo.
- Quando eu crescer, meus braços vão crescer também, não vão?
- Claro que vão, meu querido.
Encolho os ombros e faço minha melhor oferta.
- Então você vai ter que esperar eu crescer.
O sorriso de Tia Palma me mostra que entre um cantinho e outro da boca, sem muito esforço, cabe todo o amor do mundo. Amor desmedido que dispensa palavras e gestos largos." (p. 28-29)

E tem muito mais! Um dia eu continuo...

sábado, 27 de março de 2010

Marido 'chef' em um jantar 'folk'



Tivemos mais um daqueles jantar entre amigos que já contei aqui (quando eu levei a sobremesa).

A diferença é que desta vez o jantar era por nossa conta! E a sobremesa é que foi delegada a outros!


E como o marido lindo já havia prometido aos amigos, atacamos de culinária folk, um conceito do marido lindo que eu já expliquei aqui! Ele foi o chef e eu a ajudante!


O prato escolhido foi frango na cerveja preta com farofa de maracujá!


Escolher o prato não foi nada fácil... Aliás, foi o mais difícil! Eu explico:
Para ser folk tínhamos que escolher um prato que remetesse às nossas raízes, à nossa tradição... E como bons mineiros, a gente logo pensou em costelinha (fizemos uma ao molho de vinho de jabuticaba, certa vez... sem comentários! e tem também a versão no suco de mixirica! hummm...), feijão tropeiro, pernil, frango com quiabo e tantas outras! Mas, existia um porém: dentre os nossos amigos um não come carne de porco (isto eliminou 40% das possibilidades!) e outra não come carne vermelha, nem frango ensopado (isto eliminou mais 50% das possibilidades!)! Sobraram 10% de possibilidades que na verdade não sabíamos bem quais eram! Rsrsrsrs...
Podíamos fazer um peixe, mas para ser mineiro o melhor é que fosse peixe de rio, especialmente surubim. Mas nunca fizemos antes! Ou podia ser frango (assado, frito, grelhado) desde que não fosse ensopado!
Farofa seria um acompanhamento ótimo: bem mineiro e que adoramos! Mas queríamos uma farofa diferente, com um 'que' especial... pesquisamos na internet, 'googlamos', testamos e erramos, até enfim chegar chegar na receita ideal de farofa de maracujá, feita com farinha de milho! (Inspirações aqui e aqui.) O legal desta receita é o azedinho do suco e o crocante das sementes!


Farofa de maracujá (para umas 8 pessoas):
  • 1kg farinha de milho (para ser mais mineirinha e ficar bem amarelinha!)
  • 1 cebola ralada
  • umas 75g de manteiga com sal
  • umas 4 colheres (sopa) de azeite
  • 1 maracujá grande
  • sal e pimenta do reino branca moía na hora - ambos a gosto
O segredo é não exagerar no maracujá, para não ficar uma farofa azeda! Na primeira vez nós erramos feio!


Aquecer o azeite junto com a manteiga e colocar a cebola para murchar. Em seguida colocar a polpa de maracujá. Aqui o outro segredo: refogar por uns 5 minutos, até que a polpa se solte totalmente das sementes. Depois ir colocando a farinha aos poucos e controlar para não ficar muito seca, nem muito molhada. Tem um ponto ideal que a farofa fica úmida, mas bem soltinha! Depois é só corrigir o sal e colocar pimenta a gosto.


Bem, decididos pela farofa, faltava o prato principal... Me lembrei que minha sogra sempre faz um franguinho na cerveja, bem temperadinho, que é simplesmente divino e achei que combinaria muito bem! Resolvemos testar e ... realmente combinou muito bem! Então ficou resolvido: sobrecoxas de frango assadas na cerveja preta! Aí, começamos a testar e praticar a combinação diversas vezes, para não ter erro no dia!


Confirmamos que a receita era boa poucos dias antes do Natal, quando hospedamos meu primo e sua esposa, super queridos, e servimos esta combinação no almoço. Eles disseram que adoraram e inclusive quiseram saber como fazer! Mas eles comem bem pouquinho e como são super educados a gente ainda tinha dúvidas se o prato era BOM ou apenas bonzinho... Porém alguns dias depois, quando eles já tinham voltado para sua cidade, meu primo mandou um email para o marido lindo perguntando mais detalhes sobre a receita porque eles queriam muito fazer! Ebaaaa! Eles gostaram muito mesmo!


Frango na cerveja preta
(calcular uns 2 pedaços de frango por pessoa e o resto é no olho - ou no sentimento, como diz o lindo!)


Sobrecoxas de frango
Alho, Sal, Molho Inglês, Coloral e Páprica Picante
Cerveja Escura (nós usamos a Caracu)
Bacon em fatias


Temperar o frango com antecedência (pelo menos umas 6 horas antes, se puder ser mais, melhor!) e deixar marinando no tempero. Marido lindo gosta de colocar tudo em um saco de plástico, bem amarrado na geladeira e mexer algumas vezes ao longo do dia. Parece que a Nigella já ensinou isto... Na hora de assar, dispor em um pirex ou refratário e por cima de cada pedaço colocar uma ou meia fatia de bacon. (Se você não gosta ou acha pouco saudável pode colocar apenas um pedacinho! Ele dá um aroma especial, um gostinho delicioso e ajuda a deixar o frango úmido, sem tostar a parte de cima! Nossos anfitriões, que não comem carne de porco, optaram simplesmente por tirar o bacon na hora de servir, para não perderem nada!) Depois é só colocar a cerveja até cobrir uns 2/3 da altura do frango. Assar em forno médio, nos primeiros 10 minutos coberto com papel alumínio e depois sem ele para dourar e secar (não totalmente!) a cerveja (não sei por quanto tempo! de novo, vai pelo sentimento...).




Para acompanhar, optamos por uma salada de tomatinhos italianos (partir em 2 ou 4 pedaços - dependendo do tamanho - colocar um pouquinho de sal e depois de alguns minutos drenar o excesso de líquido), salada de agrião com queijo parmesão em lascas, temperada com azeite, e arroz branco.



O mais legal é que os responsáveis pela sobremesa entraram totalmente no clima e interpretaram super bem o conceito da culinária folk!


Mesmo sem termos combinado nada, um levou: Sorvete de queijo e Calda de Goiabada...



... e o outro casal levou Mousse de Doce de Leite!


Tudo divino, mineiro e com um toque especial! Preciso falar mais alguma coisa?


Ah! Preciso sim: que os anfitriões como sempre nos receberam com queijos, pestiscos e vinhos e que os tradicionais 'chefs', apesar de terem também levado vinhos, se sentiram com as mão vazias e acharam muito estranho pela primeira vez estarem fora da cozinha! Rsrsrs...

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Ao meu melhor amigo chileno


Tudo bem que eu só tenha 1 amigo chileno, mas isso não me impede de dizer que é o melhor! Rsrsrs...
É o marido de uma grande amiga, brasileira, uma mineira meio baiana, com tempero paulista (meio cosmopolita), vivendo feliz da vida em terras chilenas!


O motivo do post e da homenagem...



Eu voltei a praticar natação! O esporte da minha vida, aquele que pratiquei desde pequenina (5 ou 6 anos) até os 18 anos, quando eu já competia em torneios municipais e estaduais! Cheguei a participar de um campeonato brasileiro, mas a participação não foi lá grandes coisas...

Depois veio o vestibular, a faculdade e mais um monte de coisas e nadar não cabia mais dentro das minhas prioridades... Mas o gostinho bom de nadar estava lá, não sumia nunca! Cheguei a ensaiar algumas voltas, mas nada que tenha rendido muito. A última vez que me matriculei na natação foi há uns 10 anos.

Se não me engano quando conheci este amigo, louco pelo esporte, eu nem nadava mais... e desde então, toda vez que conversamos ele me pergunta: -Está nadando? Já voltou a nadar? Não vai voltar a nadar? E ele falava isso com tanto entusiasmo que eu já estava ficando com vergonha de dizer que NÃO!...

A novidade é que na semana passada eu me matriculei na aula de natação de um clube perto de casa! E no dia seguinte já fui fazer uma aula experimental, toda equipada, graças a minha irmã caçula (sempre a personal trainer!), com touca e óculos!

Esta semana já tive a primeira aula pra valer! Nadei 1500m!!! Eu saí crente que estou abafando! Sério! Eu fiquei muito orgulhosa de mim! Mas tratei de ser suuuuper discreta em relação a isso com o professor. Rsrsrs... Na verdade, dele eu omiti as informações do meu passado nas piscinas... Quando ele me perguntou se eu sabia nadar os 4 estilos, eu, na maior cara-de-pau, respondi: É... até que eu cheguei a aprender sim... mas tem tanto tempo que eu acho que nem lembro...

O importante é que eu estou adorando! Não imaginei que este retorno seria tão legal! Por isso a todos que de alguma forma me incentivaram eu presto essa homenagem!



Por enquanto eu estou como a menina da primeira foto! Será que eu chego na segunda foto?

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Quem Quer Pão?

O pão de ervas já entrou para o cardápio da casa mesmo! É fácil de fazer, deixa o lanche bem mais saboroso e eu ainda uso as minhas ervas dos vasinhos! Então, vira e mexe eu repito a receita!

Mas desta vez eu caprichei no visual, afinal fiz este pão para levar para meu trabalho e lanchar com meus amigos! Então, depois que o pão descansou e cresceu, pincelei uma gema de ovo e polvilhei gergelim! Depois foi só assar!

A receita eu já postei aqui, quando ele era o pão do Shrek, mas não custa repetir, né?

Pão de ervas de Liquidificador

10g de fermento biológico seco
1 ovo
120 ml de óleo
30 ml de azeite extra virgem
300 ml de água
500g de farinha de trigo
punhados de: salsinha com talo, cebolinha, alecrim, hortelã, manjericão verde e roxo e orégano, se possível frescos
1 dente de alho
1/2 colher de sopa de sal
1/2 colher de sopa de açúcar


Coloque todos os ingredientes (menos a farinha) no liquidificador e bata até que todas as folhinhas estejam trituradas. Transfira a mistura para uma tigela grande e adicione aos poucos a farinha peneirada até ficar homogêneo. Ela fica mole mesmo, não se assuste. Unte 2 fôrmas de bolo inglês e coloque a massa, lembrando que ele cresce bem!!! Deixe descansar até dobrar de volume (mais ou menos 30 minutinhos).

O toque final: pincele gema de ovo e polvilhe gergelim.

Asse em forno pré-aquecido por 40 minutos.

Receita aprovada no escritório, né amigos? Lucas... Dudu... Tem alguém aí?